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Seu rosto mudou? Entenda por que a flacidez não tem uma receita única

Clinica Valéria Marcondes Dermatologia e Estética
há 6 dias
2 min de leitura
rosto

“Doutora, parece que meu rosto está descendo.”


Essa é uma percepção bastante comum: a pele parece menos firme, a mandíbula perde definição e o contorno do rosto começa a mudar.


Mas existe um ponto importante: a flacidez não acontece em uma única camada.


Pele, colágeno, gordura e estruturas mais profundas envelhecem de maneiras diferentes. Por isso, um único tratamento nem sempre consegue responder a todas as mudanças.


A pele ficou mais fina e menos firme?

Quando a principal alteração está na qualidade e na firmeza da pele, uma das possibilidades é trabalhar a remodelação do colágeno.


Na VM Dermatologia, o OligioX utiliza radiofrequência monopolar para promover aquecimento controlado dos tecidos e estimular esse processo.


Pode fazer parte de protocolos para face e pescoço quando a avaliação identifica perda de firmeza como um dos componentes predominantes.


O objetivo não é mudar as características do rosto, mas ajudar a pele a recuperar gradualmente qualidade e sustentação.


A mandíbula perdeu definição?

A perda do contorno mandibular pode envolver alterações em planos mais profundos.


Nesse cenário, tecnologias de ultrassom focado, como LinearZ e Ultraformer MPT, podem ser consideradas.


Elas permitem trabalhar diferentes profundidades de acordo com a anatomia e o objetivo do tratamento, com foco em estímulo de colágeno, firmeza e melhora do contorno.


Mas a escolha não deve começar perguntando qual aparelho é “mais forte”.


A pergunta correta é: qual profundidade e qual estratégia fazem sentido para este rosto?


E quando a pele precisa de um estímulo extra?

Em alguns pacientes, os bioestimuladores de colágeno podem complementar o planejamento.


Eles não funcionam como um preenchimento tradicional.


A proposta é desencadear uma resposta gradual do próprio tecido, favorecendo produção de colágeno e melhora progressiva da firmeza e da qualidade da pele.


Isso não significa que toda pessoa com flacidez precise associar bioestimuladores a uma tecnologia.


A combinação só faz sentido quando cada tratamento possui uma função clara.


Então é preciso fazer vários procedimentos?

Não necessariamente.

Em alguns casos, uma única tecnologia pode responder muito bem ao que encontramos na avaliação.


Em outros, diferentes componentes do envelhecimento coexistem e pode fazer sentido combinar tratamentos de forma progressiva.


O importante não é acumular procedimentos.


É entender primeiro onde está a sua flacidez.


Uma paciente com pele fina não precisa necessariamente do mesmo protocolo de alguém cuja principal queixa é perda de contorno mandibular. Da mesma forma, uma face com pouco volume exige cuidados diferentes de uma face com maior espessura de tecido.


O tratamento começa antes do aparelho

Na VM Dermatologia, a escolha entre OligioX, LinearZ, Ultraformer MPT, bioestimuladores ou outras abordagens começa pela avaliação da anatomia.


Porque tecnologia é ferramenta.


O que realmente define o tratamento é entender qual estrutura mudou, em qual profundidade e o quanto precisamos intervir.


Flacidez não tem uma receita única.


E é justamente essa personalização que permite buscar firmeza e contornos mais definidos sem perder aquilo que considero essencial: a naturalidade do rosto.


Sentiu que o seu rosto mudou e não sabe exatamente por quê? Entre em contato com a VM Dermatologia pelo WhatsApp e agende sua avaliação.

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